Deputado Marco Maia apresenta projeto que proíbe reajuste da gasolina e do gás acima da inflação

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Deputado Marco Maia apresenta projeto que proíbe reajuste da gasolina e do gás acima da inflação

Com as novas regras de reajustes de preços adotadas pela nova direção da Petrobrás, têm ocorrido reajustes frequentes nos preços dos combustíveis automotivos, que chegam às vezes, a serem feitos duas ou três vezes por semana.

 

O Projeto de Lei (PL 9187/2017) foi apresentado para a Câmara dos Deputados nesta terça-feira (28) e, segundo a matéria, ficam os reajustes de preços dos combustíveis automotivos e do gás de cozinha limitados, em todo o território nacional, aos índices inflacionários medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com as novas regras de reajustes de preços adotadas pela nova direção da Petrobrás, têm ocorrido reajustes frequentes nos preços dos combustíveis automotivos, que chegam às vezes, a serem feitos duas ou três vezes por semana, em uma atitude claramente desrespeitosa aos consumidores, apenas com o intuito de atender as conveniências e manter o bom fluxo de caixa da empresa, em detrimento dos direitos dos consumidores a um produto não só de boa qualidade, mas também obtido a preços acessíveis a todos.

“Esses reajustes frequentes são um absurdo. Afetam a vida das pessoas que veem reduzidas a sua renda e, é sempre bom lembrar que quando a Presidenta Dilma sofreu o golpe, a gasolina custava em média R$ 2,80 e o gás de cozinha R$ 35,00, hoje, a gasolina é encontrada a R$ 4,50 e o gás de cozinha a R$ 90,00 o botijão. Enganam-se aqueles que acreditam que subir de forma abusiva o preço dos combustíveis estão contribuindo para a saúde da economia brasileira, ao contrário, ao subir o preço dos combustíveis também sobe o frete, os custos de produção e em consequência o valor dos produtos básicos a sobrevivência das famílias brasileiras. Portanto, ao invés de ajudar o Brasil a superar seus entraves econômicos, apenas contribui para aprofunda-los ainda mais. Não é razoável que o povo pague a conta da sanha arrecadatória do governo golpista e da Petrobrás”.

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